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Como os saldos podem distorcer personalidades

Não basta perdermos tempo e paciência a vasculhar lojas temporariamente transformadas em feiras da ladra, como ainda sentimos a nossa identidade posta em causa quando somos seduzidos por peças de vestuário que sabemos que nunca iremos vestir: “Ah, olha este vestido tão baratinho. Com estas lantejoulas, já poderei fazer de bola de espelhos na festa de amanhã”. Maldito sejas, casaco de peles, por seres uma pechincha ainda mais irresistível do que o urso que está à porta da Natura. Humpf. Os saldos transportam-nos, literalmente, de volta à idade do armário.

4 Ópinanços. Com ó.:

lia disse...

Um dia hei-de mostrar-te a minha colecção de roupa «para uma festa»... A minha irmã compra coisas «para uma prenda» (pechinchas para ofertar em caso de necessidade, tipo canecas decorativas); eu é mais vestidos «para uma festa»... Estão todos bonitos, lá penduradinhos nas suas respectivas cruzetas. Não te queres casar? :D

Anne Martens disse...

Ahahah.
Vamos fazer um casamento cigano nos Arneiros. Eu caso com o telescópio, a Ana com o Che e tu... pronto, pode ser com o Nuno. :)

Anne Martens disse...

Aliássss!!!!
Eu caso com o David Fonseca, só pra confirmar o teu sonho! Lol. Mas a Soraia Chaves também tem que lá estar quando eu anunciar aos meus pais que a cegonha está a caminho.

lia disse...

Hum hum. Ainda bem que colocas por escrito essa «história»! Tive medo de o fazer no meu blogue, não fosse o «papá» dar, por artes mágicas, com a descrição do sonho :D